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1 - RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA

2 - RADIAÇÃO GEOPATOGÊNICA OU TELÚRICA

3 - RADIAÇÃO HARTMANN E CURRY


RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA

DO QUE SE TRATA:

Contaminação, poluição eletromagnética ou electrosmog são palavras que começam a ser ouvidas com muita frequência sem, no entanto, sabermos exatamente o que querem dizer. Para entender o seu significado, vou tentar abrir luz sobre o assunto partindo deste princípio científico:

 Os seres humanos são complexos sistemas bioelétricos.  Nossos cérebros e coração são internamente regulados por débeis sinais elétricos e a constante exposição às radiações de campos eletromagnéticos tem uma interação com o processo biológico fundamental do corpo humano, podendo provocar alterações sérias.

Fonte: Sage C. 2007.     The BioInitiative Report – http://www.bioinitiative.org/

 Por todo o lado estamos expostos ás radiações emitidas por emissões de rádio e TV, radiações das comunicações telefônicas e radiações produzidas pelas instalações elétricas que fazem funcionar tudo isto. Em casa, pelas ruas, nos locais de trabalho ou de lazer, espaços comerciais e até nos hospitais.  Toda esta radiação dos campos eletromagnéticos (CEM) é captada pelo nosso corpo induzindo correntes elétricas e campos oscilatórios que atrapalham nosso sistema bioelétrico, afetando o cérebro, o coração, o sistema circulatório e criando um ambiente hostil ao nosso sistema celular.

As radiações dos CEM são genotóxicas e podem alterar o DNA de células débeis levando a doenças graves como  câncer.

Passaram-se já três décadas de pesquisas e ainda não se conseguiu um consenso sobre seus efeitos. Parece que a tecnologia anda mais rápido do que as pesquisas, ou interesses econômicos não deixam que resultados se produzam. Entretanto este fenômeno está afetando a saúde dos mais sensíveis, homens, mulheres, idosos e crianças, incluindo mesmo aquelas que estão ainda em gestação.

A sensibilidade aos efeitos das radiações dos campos eletromagnéticos chama-se eletro sensibilidade.

ELETRO SENSIBILIDADE ou ES

(em Inglês: ElectroHyperSensitivity ou EHS)

http://www.hese-project.org/hese-uk/en/niemr/ehs.php

ES está aumentando exponencialmente podendo atingir valores extremamente preocupantes em curto prazo e as tendências apontam para que 50% da população mundial possa tornar-se Eletro Sensível no ano de 2017 (Hallberg, O. e Oberfeld, G. 2006).

Se Hallberg e Oberfeld estiverem certos, é provável que alguém que a gente conheça fique ES nos próximos anos. Talvez alguém de sua família, ou você, ou eu.

Sintomas de Eletro Sensibilidade – Os sintomas de ES variam de natureza e intensidade duma pessoa para outra. Para alguns, pode não ser mais do que uma inconveniência ou diminuição do seu bem-estar, para outras pode ser uma incapacidade com sintomas debilitantes que reduzem a qualidade de vida, para outras pode ainda ser mais severo como depressão ou até levar à tentativa de suicídio, por incapacidade de tolerar o nível de sofrimento.

Alguns dos sintomas mais reportados são:

  • Problemas com o sono
  • Problemas de pele
  • Falta de concentração e memória
  • Tonturas e fadiga
  • Dificuldade de respirar
  • Problemas cardíacos
  • Depressão
  • Problemas digestivos
  • Problemas de audição e com os olhos
  • Dores de cabeça e intolerância à luz

 
 EVIDÊNCIAS DE ELETRO SENSIBILIDADE

O Prof. OLLE JOHANSSON, Ph.D (Associated Professor, Department of Neuroconsciece, Karolinska Institute, Stockholm, Suécia) diz:

“A ES resulta por um dano de irradiação que provoca mutações das células, muito parecidas com as verificadas em tecidos submetidos a radiações de UV e radiações ionizantes”.  Em perto de duas décadas de investigações ele pôde confirmar que em pessoas ES, quando expostas a radiações eletromagnéticas, as suas células mastro ou mastócitos começam a migrar para a superfície da pele e podem desgranular.

(Mastócitos ou mast cells:   http://www.ncbi.nlm.nih.gov/mesh/68008407)

Os mastócitos são os guardiões do sistema imunológico e estão equipados com grânulos de histamina, que quando se desfragmentam provocam reações alérgicas na pele, como coceira, vermelhidão e dor.  Os mastócitos estão também em outras partes do corpo, comunicando-se com neurônios e outras células do sistema nervoso formando o eixo neuroimune, que faz parte das doenças autodegenerativas como a doença de Alzheimer e de Parkinson.  Mastócitos também se encontram no cérebro, coração e no trato respiratório e gastrintestinal.

Se a radiação eletromagnética ou CEM, provoca com que os mastócitos descarreguem sua carga química de histamina na pele, é também muito provável que o faça no coração, no cérebro e outras partes do corpo.  O Prof. Olle Johansson afirma que então, isto explicaria o que está acontecendo com as pessoas Eletro Sensíveis.

(Prof. Olle Johansson:   http://youtu.be/cczGVhd63pM )

O Parlamento Europeu, a primeira entidade Internacional a reconhecer a ES ou EHS na sua resolução de dois de abril de 2009 art. 28:

“Os Estados Membro devem seguir o exemplo da Suécia e reconhecer que pessoas que sofram de ES ou EHS, sejam reconhecidas como portadoras de incapacidade, garantindo-lhes proteção adequada e igualdade de oportunidades”.

(http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+TA+P6-TA-2009-0216+0+DOC+XML+V0//PT  )

Na Espanha no final de 2011 já foi reconhecida a ES, e pela primeira vez foi dada aposentadoria completa a uma funcionária portadora desta incapacidade.

O QUE CAUSA A ELETRO SENSIBILIDADE

 A nossa sensibilidade elétrica é exacerbada pela presença de radiações, como já vimos atrás, e a fonte dessas radiações são os campos eletromagnéticos CEM emitidos por todas as coisas elétricas à nossa volta.  Estes CEM têm duas origens:

1.     Campos eletromagnéticos de muito baixa frequência 50/60Hz, provocados por todos os aparelhos elétricos e eletrônicos e pela rede elétrica onde estão ligados.

 Os CEM de baixa frequência são chamados de “eletricidade suja”, e referem-se a transientes de alta frequência, harmônicas e outras interferências que sujam a rede elétrica, ou são irradiados pelos aparelhos a ela ligados.  São gerados dentro dos ambientes, podem entrar pela rede elétrica de abastecimento ou podem ser gerados por condições externas na vizinhança, atravessando as paredes.  São particularmente nocivas as radiações de transientes e harmônicas que emitem frequências de até 100KHz, porque são captadas pelo corpo – que funciona como antena – e interferem fortemente com o nosso sistema celular. Como as nossas células são micro sistemas oscilantes, sua frequência de funcionamento fica profundamente  alterada na presença dessas perturbações.

Eletricidade e campos eletromagnéticos de baixa frequência são como dois  lados duma moeda – não podemos ter um sem o seu reverso.

Cada vez que ou ligamos um equipamento elétrico numa tomada, estamos ativando um campo elétrico e cada vez que o pomos em funcionamento estamos expostos a um campo elétrico mais um campo magnético.

A eletricidade tem que viajar bem de longe, para que seu aparelho funcione.  Desde a central produtora, através de linhas de alta tensão, subestações e seus transformadores que baixam a voltagem, até sua rua e seu ramal elétrico de entrada em casa. Tudo isso irradiando campos eletromagnéticos pelo caminho. Mas são os aparelhos elétricos com motores rotativos, transformadores, e alguns aparelhos eletrônicos, que produzem a eletricidade suja, adicionando aos campos eletromagnéticos as transientes e harmônicas, com suas frequências erráticas e muito nefastas.

Assim ficamos sabendo que a eletricidade de baixa frequência contamina e de que maneira, o nosso ambiente.

(Eletricidade suja ou dirty electricity:  http://www.youtube.com/watch?v=VhiZCaI5N50)

2.     Campos eletromagnéticos de alta frequência   são provocados por todas as comunicações sem fios (wireless) que usam micro-ondas pulsadas, como telefones celulares, telefones móveis, antenas de comunicação e transmissão,  TETRA (comunicações da policia e militares), radares etc.

 Os CEM de alta frequência são irradiados pelos vários sistemas sem fios, cuja frequência de comunicação é feita usando ondas pulsadasde comprimento de onda muito baixo (micro-ondas), como os transmissores de telefonia celular GSM, 3G UMTS e redes de Wi-Fi, Bluetooth etc. Estes CEM funcionam entre 1MHz e 5GHz,  penetram no tecido humano produzindo profundas alterações do equilíbrio bioelétrico. Podem afetar a membrana hemato-encefálica, interferir na produção de melatonina e enfraquecer o sistema imunológico.

Quando falamos de comunicações sem fios, vem logo a ideia a controvérsia dos celulares. Fazem mal, não fazem mal?

Claro que fazem mal.   Mas não tanto como as radiações das antenas, das várias operadoras, que à nossa volta colocam cachos de postes com elas montadas e que emitem sua radiação 24 horas por dia, todo o dia.

Um celular em standby está em constante contato com a antena mais próxima, e assim ela sabe onde nos encontrar, no entanto a  radiação do celular é baixa,  na ordem dos 2 a 4µW/m2.  Nos modernos smartphones, este valor desce para cerca de 50% menos, o que significa que a indústria sabe fazer telefones com radiação mais reduzida… só agora.

Mas é quando se estabelece uma comunicação que os valores de radiação disparam, e mais, as frequências de falar e ouvir seguem canais diferentes, e como são ondas pulsadas (217Hz), martelam o cérebro quando temos o telefone junto do ouvido.

Quando se estabelece a ligação, o valor da radiação atinge facilmente mais do que 20.000µW/m2  (20mW/m2).  Por isso, o melhor é fazer uma chamada bem rápida, porque este nível de radiação encostada ao seu ouvido vai fazer estragos…

E não é só. Este valor de radiação vai ser somado à radiação que já estava sendo recebida da antena a que o telefone se ligou.

(Dra.Magda Havas, vídeo “Live Blood”: http://youtu.be/L7E36zGHxRw )

O QUE DIZEM AS LEIS DE PROTEÇÃO

  No Brasil e em muitos outros países, incluindo Portugal, a lei que a ANATEL e ANACOM fazem cumprir, apoia-se nas recomendações do ICNIRP, organização não governamental, que em 1998 indicou limites de proteção a seguir.

  • Campos elétricos:         5000 V/m (50Hz)   4166 V/m (60Hz)
  • Campos magnéticos:  100 µTesla (50Hz)    84 µTesla (60Hz)
  • C. eletromagnéticos 0,4 a 2GHz:   40 V/m ou 8 W/m2       
  •                                         2 a 300GHz:    60 V/m ou 10 W/m2

http://www.icnirp.de/documents/LFgdlpor.pdf

Com o decorrer dos anos, diversas vezes se tentaram baixar estes valores por serem excessivamente altos, e se veio a verificar cientificamente que não protegem as populações.  Por quê?  Eles foram recomendados numa época em que o mundo não usava as tecnologias de hoje, nem no volume crescente de agora.  Os valores foram baseados em ensaios com humanos referindo-se apenas aos efeitos de aumento de temperatura por curto espaço de tempo, e considerando que as radiações eram não ionizantes.

Naquela época ninguém pensou nos efeitos de longo prazo, para uma exposição permanente como hoje se verifica.

Os valores limite foram muito debatidos em varias oportunidades, e desde 2009 que organizações como a Bioinitiative e Nex-Up aconselham outros valores baseados e apoiados pela comunidade científica centrada na verdadeira proteção das pessoas.

http://www.bioinitiative.org/                http://www.next-up.org

A evolução é tão rápida que os valores pugnados uns anos atrás de CEM para a inteira gama de frequências: 0,6 V/m ou 1 mW/m2 ainda que 100 ou 10.000 vezes menores,  não são protetores.

A comunidade científica recomenda hoje o uso de valores que garantam mais eficazmente a proteção das populações,  resgatando o valor de Salzburg 2002, para uso na ocupação em espaços interiores:

CEM na completa gama de frequências:  0,02 V/m ou 1 µW/m2 

Há já até já um movimento científico para reduzir este valor 10 vezes…

http://www.powerwatch.org.uk/science/intguidance.asp

O que parece muito estranho, é que nunca ninguém tenha pensado tornar público de que, por exemplo: para fazer tocar um telefone celular, só é necessário 1 nW/m2 (um nano watt por metro quadrado) de sinal, quando nosso telefone tem apenas um pauzinho.         No entanto, o valor médio da densidade de potência irradiada, numa cidade como São Paulo na rua, pode ser da ordem dos 2 a 15 mW/m2, ou duas a 15 milhões de vezes mais do que 1 nano Watt que faz o telefone tocar.

Se fosse respeitado o limite de 1 µW/m2  (ou 1.000 vezes mais do que o necessário para o telefone tocar), porque as operadoras nos bombardeiam 24 horas por dia, com sinais de muitos milhões de vezes mais fortes do que o necessário?

A lei permite, seguindo o ICNIRP, que as antenas emissoras de sinal do celular, cheguem a emitir até um máximo de 8 a 10W/m2 (conforme as frequências) ou seja:     8 a 10.000 mil milhões de vezes mais do que o necessário para o telefone tocar.

ELECTROSMOG ou POLUIÇÃO ELECTROMAGNÉTICA – UMA AMEAÇA ?

Os nossos corpos estão constantemente expostos a radiações provocadas pelo homem, desde os telefones portáteis aos telefones móveis, passando pelas linhas de alta tensão, antenas e rêdes Wi-Fi e  redes eletricas sujas.

Com o este blog, pretendo abordar informações que me parecem pertinentes para que possamos decidir como conviver com o ElectoSmog, pois não há qualquer dúvida que temos de conviver com esta nova forma de poluição  não podendo  prescindir das vantagens das novas tecnologias, das quais até já dependemos.

Não é minha intenção criar polémica,  mas sim despertar a atenção para os potenciais riscos da existência deste perigo invisível.

Cientistas emergentes tem vindo a alertar para os efeitos biológicos adversos, causados por este cocktail de radiações electromagnéticas e pedem mais urgentes pesquisas a entidades como a Organização Mundial de Saúde, Parlamento Europeu e Governos.  Na minha opinião,  devemos agir agora, em vez de ficar à espera dos resultados cientificos definitivos, e aplicar o Pricípio da Precaução, limitando ao máximo a nossa exposição aos potenciais efeitos negativos.

Saiba mais em:   www.icems.eu

O esforço da Eurodeputada Frédérique Ries, resultou na ” RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU de 2 de ABRIL DE 2009″  sobre as Preocupações com a saúde associadas aos campos electromagnéticos. Processo 2008/2211 (INI)  AprovaçãoP6TA (2009) 0216.

http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+REPORT+A6-2009-0089+0+DOC+XML+V0//PT

ANTENAS DE TELEFONIA MÓVEL  -  WI-FI e WI-MAX ( Acesso à Internet em casa e nas cidades)  -  COMPUTADORES PORTÁTEIS ( e sua ligação móvel à Internet )  -  TELEFONES PORTÁTEIS SEM FIOS ( DECT )  -  INTERCOMUNICADORES SEM FIOS para bébés  -  SISTEMAS DE ALARME DIGITAIS sem fios

Qualquer destes aparelhos, utilizam uma forma de comunicação de radio frequência, usando ondas de comprimento muito baixo  (Micro-Ondas ).  Estas radiações afetam umas pessoas mais do que outras, como aquelas que são mais alérgicas a alguns alimentos do que outras.

Enquanto continuam debates, entre aqueles que acreditam que foram afetados pela exposição a este tipo de radiações, e aqueles que protegem ou ganham grandes fortunas, apoiando-se na ingenuidade  e passividade das populações, uma questão se levanta: QUE PODEMOS FAZER?

Se ignorarmos o debate e aceitarmos que “não há fumo sem fogo”, parece fazer sentido simplesmente não ignorar a crescente preocupação que este assunto involve. Assista ao video:    http://www.youtube.com/watch?v=wFpoG-vUffU

  EFEITOS DAS COMUNICAÇÕES WIRELESS NA NOSSA SAÚDE  – Enquanto todos discutem se há ou não efeitos nocivos provocados pela tecnologia sem fios, faz todo o sentido não ignorar a preocupação crescente de que esta nova forma de poluição electronica, possa provocar graves implicações na saúde do mundo moderno a longo prazo.

Há muitos estudos recentes que poderia citar, e que apontam para um nivel crescente de transtornos de saúde como :  INSÓNIA, MÁ QUALIDADE DO SONO, DORES DE CABEÇA, ENXAQUECAS, DEPRESSÃO, FALTA DE CONCENTRAÇÃO, AGRESSIVIDADE, ALTERAÇÕES NO SANGUE, PALPITAÇÕES, ALERGIAS NA PELE, ETC,ETC, ETC.

  O Dr. George Carlo ( do Safe Wireless Iniciative ) acredita que , o “endurecer das células” de algumas pessoas, se deve a que as células humanas reconhecem as emissões das antenas de telemóveis, como um ataque, reagindo “fechando-se em si próprias” e impossibilitando a entrada de nutrientes.  Esta incapacidade celular, pode explicar as queixas das pessoas que habitam perto de antenas de telemóveis e que sofrem de dores de cabeça, doenças do foro neurológico, e até mesmo leucemia.   Outra teoria, é que nosso cérebro confunde as frequências elevadas das antenas, como uma forma de luz intensa, causando inibição do cérebro de produzir melatonina, que é uma hormona libertada à noite, induzindo ao sono, acalmando as células  e equilibrando o sistema imunitário.     Veja o videodo Dr.Carlo:   http://www.youtube.com/watch?v=2GD_BKTWyTY

ESTAMOS REALMENTE DANDO OS PRIMEIROS PASSOS PARA ENTENDER ESTAS TECNOLOGIAS,  MAS HÁ PROVAS E EVIDENCIAS QUE NOS LEVAM A ENCARAR COM SERIEDADE A TOMADA DE MEDIDAS RESPONSÁVEIS PARA A NOSSA PROTEÇÃO.

Palestrantes de seminário alertam para os riscos que uso do telefone celular traz à saúde Cristiane Vianna Amaral – MTB 8685 | Agência de Notícias ALRS – 12:48-12/11/2012

Médica associou o uso de celulares a diversas doenças

Os riscos da radiação utilizada para o funcionamento dos telefones celulares à saúde humana foi o tema do painel que abriu o Seminário Estadual sobre o assunto que ocorre ao longo dessa segunda-feira (12), na Assembleia Legislativa. A primeira palestrante foi a médica Geila Vieira, uma das colaboradoras da chamada “Lei das Antenas” de Porto Alegre, que restringe a instalação de estações de rádio base na capital. Comparada à legislação da Suíça, ela restringe a colocação de antenas junto à escolas e hospitais.

Telefonia móvel, era restrita a locais fechados. Ela chamou atenção ainda, para o fato dessa exposição ser considerada de insalubridade grau médio para efeitos trabalhistas. A médica associou o uso de celulares a diversas doenças, desde cefaleia e exaustão, até leucemia. 
A médica cobrou da Assembleia uma legislação mais efetiva em relação ao tema dos celulares, considerando que o assunto é um caso de saúde pública e ambiental.

Casos de câncer aumentam para quem vive perto de antenas

A engenheira Adilza Dode realizou um estudo em Belo Horizonte, Minas Gerais, na qual constatou que pessoas moradoras ou que trabalham próximo a antenas de telefonia têm mais chance de desenvolverem câncer. “E quanto mais perto pior.” O problema só diminui a partir de 500 metros. “E no caso de sobreposição, o risco é ainda maior”, explica, no caso da pessoa estar exposta a mais de uma antena. Sua pesquisa comprova que nos locais onde há mais estações de rádio base, é maior o número de pessoas que morreram de câncer.



 RADIAÇÃO GEOPATOGÊNICA OU TELÚRICA

O perigo de morar acima de um Lençol Freático


ZONAS GEOPATOGÊNICAS OU TELÚRICAS

       Existem no subsolo veios subterrâneos de água, fendas, aterros geológicos, cavernas, tubulações de água e faixas geomagnéticas que exercem influências sobre o nosso corpo.  Quando a cama onde dormimos se encontra sobre um local de irradiação telúrica, adoecemos sem causa aparente. Crianças que tem dificuldade em dormir ou choram muito a noite podem estar sobre uma área irradiada.   È muito comum crianças perderem o gosto pela escola, ou ter baixo rendimento escolar e preguiça de escrever ou vontade de ir com freqüência ao banheiro e se mostram nervosas e irrequietas.   Preste atenção no comportamento do seu cão e do seu gato: O cão não se deita em zona patogênica. O gato é o único animal que gosta de deitar sobre as zonas de irradiação. 

O que é Stress Geopathic?

    Tensão geopática é um resultado de freqüências eletromagnéticas sutis emitida pela Terra, que são prejudiciais aos sistemas biológicos. Inclui: as veias de água, rios subterrâneos que atravessam, as correntes de água subterrânea, falhas geológicas, cavidades e jazidas minerais. Grades chão eletricamente carregadas Global - Hartmann net ou grade Curry também pode causar distúrbios graves se trabalhar ou dormir sobre estas linhas. Durante um período de tempo, energias nocivas zonas localizadas diretamente abaixo, por exemplo, cama de um paciente ou mesa de trabalho, não só pode drenar a energia de uma pessoa, eles também bloqueiam o sucesso de qualquer tratamento médico.

Geopáticas Sintomas e Soluções de estresse


Estudos têm mostrado que mais de 85% dos pacientes que morrem de câncer experimentaram a exposição regular a tensão geopática.

Estresse Geopático foi encontrado como sendo o factor comum em muitas doenças graves e menores e condições psicológicas, especialmente aquelas condições em que o sistema imunológico é severamente comprometidas. O principal fator de risco é um aumento da possibilidade de câncer. Enquanto o estresse geopathic não causa diretamente o câncer, que enfraquece o corpo e faz com que seja muito mais propensos a adquirir câncer.

Além disso, as linhas de estresse geopáticas também têm sido associadas à deficiência cardiovascular, transtorno de déficit de atenção, transtornos de deficiência imunológica e fadiga crônica.

Quais são os outros sinais e sintomas de estresse geopathic?


Os sintomas mais comuns ligadas ao estresse geopathic incluir dores no corpo, dores de cabeça crônicas, sinais súbitos de envelhecimento físico, irritabilidade e sono agitado. Ele também é um fator comum em casos de infertilidade e abortos espontâneos, dificuldades de aprendizagem, problemas comportamentais e neurológicas em crianças.

Na verdade, apenas dormindo em uma zona de tensão geopática é particularmente prejudicial. Isso porque, enquanto você dorme e tentar preparar o seu corpo para o dia seguinte, ele está sendo roubado de sua capacidade para descansar totalmente, reparar e regenerar, prejudicando seus esforços para se sentir bem e funciona adequadamente.

Posso reverter os sintomas do estresse Geopathic?Estudos têm mostrado que quando o lugar em casa ou no trabalho da pessoa afetada é neutralizado, os sintomas de estresse geopáticas resolver-se eo corpo começa a cicatrizar. Leia mais sobre como corrigir o estresse geopathic .

O que causa linhas de estresse Geopathic?Linhas de tensão geopáticas ou zonas emanam EMF radiação natural da Terra devido a características geológicas, tais como rios subterrâneos, as concentrações de minerais, linhas de falhas e cavidades subterrâneas.

Alterações feitas pelo homem sobre a paisagem, nada de cabos subterrâneos para projetos de construção de estradas, pode criar ou intensificar o estresse geopathic

Linhas de tensão geopáticas pode se estender de dois a 200 pés, e chegar a uma altura de 600 a 30 mil pés. A sua direcção é aleatório e pode ser horizontal, vertical ou diagonal. Quando a radiação natural sobe através da terra a partir de linhas de tensão geopática, seu comprimento de onda torna-se distorcida. Estes campos distorcidas de radiação são prejudiciais para todos os organismos vivos.

Corrente de aterramento elétrico é pode ser um fator que provoca estresse Geopathic. A corrente elétrica de retornar à subestação através da terra pode atuar como "tensão perdida." Correntes de terra elétrica ocorrer quando fio do utilitário está sobrecarregado e retorna para a subestação "fora do fio", viajando por terra conduzido pelo solo, água, canalizações linhas.

Energia Electro-patológico gerado pelas novas tecnologias também podem contribuir para o estresse geopathic na forma de energia de alta e baixa freqüência de torres de telecomunicações, torres de energia elétrica, transformadores, radares e torres de rádio. Bem como os campos eletromagnéticos que emanam de estruturas como de alta tensão, ou torres de satélites, postes de rua elétricos ou disjuntores.




RADIAÇÃO HARTMANN E CURRY

O Dr. E. Hartmann realizou mais de 15.000 testes denominados georritmogramas, para medir as diferenças de resistência cutânea corporal em pessoas que permaneciam por 30 minutos sobre os cruzamentos dessas linhas. Observou-se mudanças bruscas na resistência eletrocutânea nas pessoas que permaneciam sobre a zona alterada e essa reação se estabilizava ao deslocar a pessoa para uma zona neutra.

Radiações Naturais


São radiações que emanam da Terra provocando variações do campo magnético e elétrico do nosso ambiente (podendo debilitar a nossa saúde). As radiações naturais podem ser provocadas por Alterações Geofísicas, Redes Geomagnéticas e Radioactividade Ambiental. 

 ALTERAÇÕES GEOFÍSICAS

  • Falhas geológicas e fraturas do terreno;
  • Áreas de contacto entre diferentes tipos de materiais;
  • Correntes de água subterrânea;
  • Elementos do subsolo, os quais podem provocar alterações eletromagnéticas locais ou mudanças nos níveis de radiação ambiental

     FALHAS GEOLÓGICAS
    A crosta terrestre está em contínuo movimento devido ao efeito das forças sísmicas e tectónicas. Estas forças produzem falhas, fissuras, gretas. São descontinuidades ou fraturas nas rochas do subsolo e tais alterações podem estar presentes em qualquer lugar sob o local em que vivemos.
    Quando isto ocorre, as partes do terreno fraturadas põem em contacto superfícies de naturezas diferentes, sendo que frequentemente formam cavidades subterrâneas. Na vertical destes fenómenos emanam, pela lei da mínima resistência, todo um conjunto de energias procedentes do subsolo, fortes radiações gamma e gases radioativos. Tal facto tem efeitos ionizantes, à superfície, na atmosfera e influencia o campo magnético do nosso ambiente provocando variações de diferentes magnitudes.

     CORRENTES DE ÀGUA SUBTERRÂNEA

    As correntes de água subterrâneaaquíferosbolsas de águafossas e infiltrações preenchem as cavidades do subsolo e circulam pelas galerias subterrâneas, ocupando os poros e fissuras do subsolo.

  • Devido a este fato, as moléculas de hidrogénio da água em movimento e fricção com as rochas do subsolo originam um forte campo eletromagnético, levando ao desprendimento de iões de hidrogénio que se convertem em radiação gama, a qual ascende na vertical (até uma altura considerável) desde o subsolo sem que nenhum obstáculo a possa desviar.

  • É muito importante confirmar que não dormimos em cima de uma corrente de água subterrânea, uma vez que os iões que resultam da fricção da água do subsolo com as rochas podem alterar a função da glândula pineal – segregação da hormona melatonina, a qual é responsável pela reparação celular. Tal facto pode levar a longo prazo ao aparecimento de sintomas e/ou doenças graves – dores de cabeça, fadiga, cancros, doenças neurodegenerativas, etc.

  • A sua área de influência varia em função do tamanho do seu fluxo – quanto maior for, maior será a área de superfície afetada.
    Devido ao comportamento dinâmico das águas, é difícil de prever se uma corrente de água subterrânea ou aquífero permanece muito tempo num dado lugar ou se se infiltra ou dispersa. Em qualquer caso, não interessa muito conhecer a natureza do aquífero, mas sim os efeitos causados à superfície na qual vivemos, assim como as variáveis, que à superfície, afetam a nossa saúde e não a presença da água em si.

  • O atrito resultante da fricção das moléculas de água com as margens desse veio subterrâneo gera uma perturbação energética que se propaga de forma ascendente na vertical e produz alterações no nosso organismo.

Sua propagação atinge e perturba a atmosfera verticalmente por vários metros, portanto, um veio de água que passe sob um edifício de 15 andares influenciará todos os cômodos que estiverem na linha vertical do veio, independente de estarem mais ou menos próximos ao solo.

O veio de água subterrâneo é o fator agravante, senão o principal de osteoporose, fadiga, nódulos linfáticos, problemas renais, depressão, medo, falta de concentração, perda de vitalidade, criatividade escassa, artrite, irritação, edemas, apatia, reumatismo, dores pelo corpo, dificuldade para começar o dia entre outros. 

As águas canalizadas, esgotos, parte hidráulica da casa, galerias de distribuição etc, comportam-se como os veios de água subterrâneos, com um enfoque maior na debilitação geral por fluxo contínuo de água e distúrbios do sono, como sono entrecortado, sono muito leve e queixa de não conseguir dormir nunca o suficiente para descansar. 


  • Obviamente, se se combinam vários destes fatores geopatogénicos, como uma corrente de água subterrânea, o cruzamento de uma linha Hartmann com uma linha Curry, o efeito nocivo da área será muito maior.

  •  REDES GEOMAGNÉTICAS

O Planeta Terra é um imenso campo magnético com dois polos – Norte e Sul.
Este campo magnético não é regular, sofrendo alterações e variações locais. Nestas variações locais têm influência as redes magnéticas globais que podem localizar-se na superfície terrestre - Linhas Hartmann Linhas Curry.

 LINHAS HARTMANN

Estas linhas formam uma rede geomagnética natural em forma de quadrícula com orientação norte-sul. As linhas desta rede têm um alinhamento norte-sul a cada 2 metros e este-oeste a cada 2,50 metros. Não é uma rede perfeitamente regular, mas pode sofrer variações, distorções locais ou pequenos desvios devido à presença de elementos geológicos como falhascorrentes de água subterrânea, ou por influência de grandes massas de metais (p.e. a estrutura de um edifício).

Estas linhas têm uma largura de cerca de 21 cm, embora essa medida dependa da composição do local do subsolo ou da ocorrência de certos fenómenos naturais, tais como sismos, os quais causam perturbações significativas no campo magnético da Terra. 

As Linhas Hartmann formam paredes verticais invisíveis que cobrem toda a superfície terrestre. Estas redes energéticas têm efeito até uma altura considerável e atravessam qualquer tipo de material, sendo que afectam tanto as habitações de piso térreo como as constituídas por 10 ou mais pisos. Nas zonas de cruzamento destas linhas formam-se zonas geopatógenas, ou seja, com efeitos potencialmente nocivospara a saúde – caso permaneçam em tais zonas por períodos longos de tempo (várias horas por dia).
É na vertical, desta rede energética natural, que se podem registar vários fenómenos tais como:

  • Variação dos campos elétricos e magnéticos vindos do subsolo;
  • Alterações das diferenças de potencial eléctrico atmosférico;
  • Variação da ionização do ar;
  • Mudanças bruscas da resistência electrocutânea quando a pessoa permanece na zona alterada.

    Logo, permanecer durante demasiado tempo na vertical das Linhas Hartmann e seus cruzamentos está relacionado com alterações do sistema imunológico, endócrino e hormonal. Tais alterações traduzem-se fisicamente em mal-estar e vários desequilíbrios como insónias, cansaço crónico, dores musculares, ansiedade, hiperactividade, nervosismo, ou depressão e ainda, inclusivamente, um aumento da incidência de determinadas doenças degenerativas.
    Se a existência de um cruzamento de Linhas Hartmann coincide com alguma outra alteração geofísica – falhas ou correntes de água subterrânea – o efeito geopatógeno da zona em questão multiplica-se.
    Contrariamente, nas zonas situadas entre estas linhas geométricas situam-se as zonas neutras, ou seja, zonas em que não se verificam alterações no campo magnético natural terrestre. Como tal tais zonas não têm efeitos nocivos sobre a saúde dos seres vivos.

O Dr. E. Hartmann realizou mais de 15.000 testes denominados georritmogramas, para medir as diferenças de resistência cutânea corporal em pessoas que permaneciam por 30 minutos sobre os cruzamentos dessas linhas. Observou-se mudanças bruscas na resistência eletrocutânea nas pessoas que permaneciam sobre a zona alterada e essa reação se estabilizava ao deslocar a pessoa para uma zona neutra. ​


  • LINHAS CURRY

  • As Linhas Curry formam uma rede geomagnética natural similar à Rede Hartmann. A principal diferença baseia-se no facto que as Linhas Curry têm uma orientação nordeste-sudoeste e sudeste-noroeste, aproximadamente a cada 4 a 6 metros e 6 a 8 metros respectivamente. Esta orientação diagonal relativamente às Linhas Hartmann deve-se ao efeito dínamo dipolar e toroidal que se estabelece pela rotação constante da Terra, e por geração de fortes campos energéticos devido ao atrito e resistência entre a crosta terrestre e as outras camadas do planeta.

  • A espessura das Linhas Curry é de aproximadamente de 40 cm, embora, não sendo medidas constantes em todo o planeta. A Rede energética Curry pode apresentar variações e flutuações em função da influência de outras alterações geofísicas.


     

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